college
Hoje foi meu quarto dia de aula, em teoria, é claro.
Não tem sido fácil, mas não pelas aulas de calculo ou química, acho que é mais pela diferença entre o que eu sempre fui e todas aquelas pessoas que entraram, do nada, no meu dia a dia.
Também não tem sido fácil pela distancia das pessoas que nesse momento, importam mais que tudo pra mim. É estranho entrar em uma sala de aula e não ter a Perséphone com sono ou o Guilherme pra encher o saco. É muito estranho ir para o 'intervalo' e não ter o Thomás pra abraçar e o Paulão pra mandar eu ficar longe.
É também ruim chegar depois da faculdade e não ter minha mãe em casa, ou meu pai, ou as minhas irmãs me irritando.
Acho que o que deixa difícil é a minha enorme facilidade de não falar. Odeio ser quieta e não falar demais... E ser assim num lugar que o sertanejo ganha, assim como a cerveja, não é fácil não.
Por enquanto eu continuo sendo a mesma pessoa que saiu de Assis há pouco mais de uma semana: a menina que só escuta bandas de pop/rock inglês, que usa all star, camisetas de banda e lápis preto no olho. Continuo achando que uma festa de verdade não é nem um pouco parecida com a que acharam que foi ótima aqui.
Parece absurdo tudo isso, porque até onde eu sei, o sonho de qualquer um, normalmente, é morar sozinho, longe dos pais, fazer novas amizades e tudo mais. Não que eu não queira fazer novos amigos, claro que não, tento conversar com o maior numero de pessoas possíveis, mas continua estranho não ter alguém pra conversar de verdade, e não só sobre aquilo que aconteceu no momento.
Acho que com o tempo toda essa mentalidade muda, só é difícil acostumar.
Mas agora preciso ir, uma pequena festa de faculdade me espera.
Não tem sido fácil, mas não pelas aulas de calculo ou química, acho que é mais pela diferença entre o que eu sempre fui e todas aquelas pessoas que entraram, do nada, no meu dia a dia.
Também não tem sido fácil pela distancia das pessoas que nesse momento, importam mais que tudo pra mim. É estranho entrar em uma sala de aula e não ter a Perséphone com sono ou o Guilherme pra encher o saco. É muito estranho ir para o 'intervalo' e não ter o Thomás pra abraçar e o Paulão pra mandar eu ficar longe.
É também ruim chegar depois da faculdade e não ter minha mãe em casa, ou meu pai, ou as minhas irmãs me irritando.
Acho que o que deixa difícil é a minha enorme facilidade de não falar. Odeio ser quieta e não falar demais... E ser assim num lugar que o sertanejo ganha, assim como a cerveja, não é fácil não.
Por enquanto eu continuo sendo a mesma pessoa que saiu de Assis há pouco mais de uma semana: a menina que só escuta bandas de pop/rock inglês, que usa all star, camisetas de banda e lápis preto no olho. Continuo achando que uma festa de verdade não é nem um pouco parecida com a que acharam que foi ótima aqui.
Parece absurdo tudo isso, porque até onde eu sei, o sonho de qualquer um, normalmente, é morar sozinho, longe dos pais, fazer novas amizades e tudo mais. Não que eu não queira fazer novos amigos, claro que não, tento conversar com o maior numero de pessoas possíveis, mas continua estranho não ter alguém pra conversar de verdade, e não só sobre aquilo que aconteceu no momento.
Acho que com o tempo toda essa mentalidade muda, só é difícil acostumar.
Mas agora preciso ir, uma pequena festa de faculdade me espera.
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